quinta-feira, 18 de abril de 2013

Exemplo - O pêndulo.

O pêndulo consiste basicamente de um objeto que oscila em torno de um ponto fixo. Veja a fotografia ao lado. O movimento pendular tem uma grande importância na história da Física.

Um dos primeiros cientistas a estuda-lo foi Galileu Galilei. Ele observou que, para oscilações de pequena amplitude, o movimento do pêndulo é periódico, isto é, o corpo fixado na extremidade da haste retorna para a posição de onde partiu em intervalos de tempo iguais.

Além disso, Galileu observou também que o comprimento da haste é proporcional ao quadrado do período de oscilação.

Galileu logo percebe que a  periodicidade da oscilação dos pêndulos poderia ser usada na construção de relógios. Em em 1657, Christiaan Huygens, físico holandês, aperfeiçoa a teoria de Galileu e dá inicio a construção de relógios com precisão suficiente para marcar minutos e segundos.

Os pêndulos também podem ser usados para fazer arte. No vídeo a seguir você verá uma instalação construída pelo professor Richard Berg, da Universidade de Maryland. Este aparato foi construído originalmente pelo grande físico e matemático alemão Ernst March.




A instalação consiste de 15 pêndulos que são postos a oscilar ao mesmo tempo. O pêndulo de maior comprimento tem frequência de 51 Hz. Pela ordem, os outros têm frequência diminuída de 1 Hz até o último deles, com 65 Hz.

O conjunto dos pêndulos, quando vistos pela lateral, reproduzem ondas, ondas estacionarias, batimentos e movimento caótico. Mais informações sobre a instalação veja o site da Harvard Natural Science Lectures clicando aqui.







Imagem do topo de página: Visite o site o pêndulo. Uma empresa de equipamentos científicos para educação.




Informação via: Open Culture. Um site de Dan Colman sobre cultura e educação.






Vídeo disponível no canal NatSciDemos do YouTube.



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Motivação - Descrição de um evento sob diversos pontos de vista.


Quando é nossa intenção entender um evento o procedimento mais adequado é tentar conhecer a história sobre diversos pontos de vista.

Isto é verdade na vida pessoal mas também o é na vida profissional como, por exemplo, no jornalismo.

Mesmo nas ciências, como a Física, que carregam a fama da objetividade extrema esse princípio também se aplica: Procure analisar a questão sobre diversos ângulos e nunca se apegue em demasia a sua teoria favorita.

Afinal, a ciência é uma construção social e padece com os mesmos conflitos e limitações dos demais assuntos humanos.

A seguir apresentamos um vídeo de propaganda do jornal londrino The Guardian. É nossa sugestão para o  professor que tenha a intenção de abordar o assunto. Ele pode ser usado como introdução.

No vídeo o mesmo evento é filmado sob três pontos de vista. Um skinhead corre pela rua em direção a um senhor com uma maleta. Cada uma das  três secções do vídeo é filmada por uma câmera colocada em diferentes posições.




Quando o vídeo é apresentado aos alunos é interessante faze-lo com interrupções a cada etapa, dando oportunidade para que eles se  manifestem. As opiniões deles sobre a história narrada no vídeo são sempre surpreendentes.




Informação via: blog Larry Ferlazzo's websites of the day...

Imagem do topo de página: Retirada do blog Fazendo Autocrítica, de Carlos Alexandre Gomes.


O vídeo é uma produção do jornal inglês THE GUARDIAN e está disponível no canal 28tubes, no YouTube.




quinta-feira, 11 de abril de 2013

Exemplo - Terremotos, destruição e Tsunami.

A imensa energia térmica guardada no interior da Terra tem consequências importantes para a vida no nosso planeta.

A primeira dela é a manutenção da temperatura na superfície. Sem uma temperatura média suficientemente alta não haveria água no estado líquido e a vida seria improvável.

Outra consequência é a formação de um núcleo central de ferro que cria um campo magnético que nos defende da radiação vinda do espaço. Existe, porém, consequências bem desagradáveis.

A Terra é como um balão de festa. Uma fina camada sólida no exterior, a crosta terrestre, boiando sobre a parte interna composta de rocha líquida. Isto e o fato dela estar girando a uma velocidade bastante alta causa o fraturamento da crosta. Veja a figura acima. Esses pedaços, as placas tectônicas, estão em constante choque uns com os outros. 

Em alguns lugares as placas estão se afastando. Esse movimento de separação forma uma falha no solo. Veja na imagem abaixo a falha que está no fundo do oceano Atlântico entre o Brasil e a África.   




Em outros lugares as placas estão se juntando, como mostrado na imagem abaixo, formando grandes cadeias de montanhas. Em certos lugares parte dessa energia é liberada para a superfície pelos vulcões. Veja aqui.





Esta tensão entre as placas libera  grande quantidade de energia em ondas de choque que se propaga até a superfície causando os terremotos e, quando o evento ocorre sob o leito marinho, as Tsunamis.

Veja o vídeo abaixo. Uma produção de Frank Gregório que serve muito bem como introdução para uma aula sobre o assunto. 










Este e outros interessantes vídeos estão disponíveis no canal Frank Gregório, no YouTube. Todos eles têm os direitos liberados para uso educacional.





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